quinta-feira, 23 de junho de 2011
terça-feira, 21 de junho de 2011
COORDENADOR E POETA, FILOSOFO E BIÓLOGO!!! FORMADO EM LETRAS!!!
Quem é você? Homem- pássaro ou homem-réptil?
Homens- pássaros nasceram para voar.
Homens-répteis, para rastejar.
Homens – répteis contentam-se com o chão.
Homens- pássaros preferem os mais altos céus.
Homens- répteis conformam-se com o pó da terra.
Homens pássaros moram nas montanhas das luzes.
Homens- répteis habitam nos pântanos da escuridão.
Homens- pássaros copiosamente são voltados para cima.
Homens- répteis são ,asquerosamente, voltados para baixo.
Homens- pássaros emplumam-se pelas mais nobres grandezas.
Homens- répteis cobrem-se pelas mais baixas vilezas.
Homens- pássaros possuem o peito aberto e enfrentam com ousadia qualquer embate de ventos tempestuosos. Não se intimidam, visionam grandes horizontes, pois seu foco é a justeza de um mundo que não seja opressor nem tampouco lesivo aos planos de liberdade.
Os homens- répteis têm escamas lisas e escorregadias, pois fogem da luta como cães amedrontados. Sua cerviz inclina-se para a servidão como um boi subjugado pelos aguilhões do medo. Não conseguem olhar para cima, visto que o espírito da subserviência não lhes permite ter coragem para avançar. O olhar dos homens-répteis é rasteiro, ladino, pernicioso, cínico e de uma torpeza venenosa. Não se envolvem pelas causas comuns. Preferem as covas ardilosas do egoísmo, pois se subordinam à tirania dos chefes. São como cães adestrados que só meneiam a cabeça para obedecer aos seus donos. Os homens- répteis rastejam no privatismo do seu mundo e na alienação de sua egocêntrica caverna dos seus interesses pessoais.Pudera! A sua visão é centrada no seu próprio escárnio.
Os homens-pássaros, inenarravelmente, alçam voos na supremacia dos seus ideais, na projeção dos seus sonhos, na leveza do seu caráter, na grandeza de serem livres. Na sensatez de um mundo mais justo e mais fraterno, que ampara mais e exclui menos. Que busca unificar e nunca dividir. As asas desses homens são braços estendidos pelo bem comum e pela hombridade de visionar a justiça por intermédio da coletividade.
Por fim, a pergunta fica comigo, mas a resposta é unicamente sua.
Quem você é? Homem- pássaro ou homem- réptil?
Os apaniguados do chefe
A complacência com o regime dos exploradores é o vilipêndio lancinante que sangra os nossos mais profundos sonhos de justiça e lesiona a grandeza dos nossos mais altos ideais.
É gritante e premente a nossa massiva mudança, caso contrário, é melhor nos encapsularmos num estado larval e chorar. Se não transformarmos o meio onde estamos inseridos, estaremos fadados a uma visão de mundo pífia e seremos fatalmente consumidos pela ideologia dos opressores, pois para que a dominação dos maus prevaleça e siga seu curso tranquilamente é necessário apenas que as pessoas aceitem passivamente as condições humilhantes de exploração e opressão a que são submetidas.
Até quando se perpetuará nessa sociedade homens que vivem em função do lucro em detrimento da exploração do próprio homem? Até quando o negrume do capital cerceará o cintilar do bem comum?
Pelo visto, perpetuar-se-á sempre que os apaniguados do chefe estiverem submersos nos seus presépios de pedra. Sofrem a dor da alienação, porém, em silêncio, atrofiam a vontade de se tornarem livres, pois para esses, a vileza da subserviência é um manto aconchegante nas noites gélidas de inverno.
Além disso, o imperialismo incestuoso dos maus aplaca suas propagandas em letras garrafais, de modo a naturalizar a realidade social.Ou seja,as ideologias dominantes conduzem os apaniguados do chefe a acreditar que “o homem é naturalmente egoísta”; que “sempre haverá ricos e pobres”; que “as mulheres foram feitas para o trabalho doméstico”; que “uma pessoa vai sempre querer a perna na outra”; enfim, que a desigualdade, a exploração, a opressão e o preconceito são tão naturais quanto a chuva, o orvalho da noite, o farfalhar dos ventos ou o movimento das marés.
É preciso ter sanha para desnaturalizar a dominação ideológica e ousada força de caráter para fazer o desnudamento das propagandas exaustivamente opressoras e amplamente disseminadas em nossa sociedade, as quais, sem sombra de erro, são disfarçadas, alcoviteiras, alucinantes, sutis, subliminares, que visam, sobretudo, promover entorpecimento e dormência nos apaniguados do chefe.
Portanto, a Torre de Babel precisa ser a nossa essência. Carecemos falar a mesma língua. Necessitamos carpir as ervas daninhas que nos causam o isolacionismo. A solidão golpeia o coração humano e deve ser repelida e severamente ignorada. Busquemos os nossos pares. Saudemo-nos mutuamente com imenso respeito e digna solidariedade. Solidifiquemos a Torre com o cimento da verdade para que ergamos uma obra alicerçada em homens livres, com mãos limpas e corações puros. Pessoas sem hipocrisia e sem mediocridade. Afinadas na ética e na empatia, pois estes vigamentos devem ser a razão de nossa existência, o fundamento de nossas conquistas e o lastro maior de nossos sonhos.
O Poeta-Noel (Santarém)
(EXTRAÍDO DO SITE DO SINTEPP ESTADUAL)
Homens- pássaros nasceram para voar.
Homens-répteis, para rastejar.
Homens – répteis contentam-se com o chão.
Homens- pássaros preferem os mais altos céus.
Homens- répteis conformam-se com o pó da terra.
Homens pássaros moram nas montanhas das luzes.
Homens- répteis habitam nos pântanos da escuridão.
Homens- pássaros copiosamente são voltados para cima.
Homens- répteis são ,asquerosamente, voltados para baixo.
Homens- pássaros emplumam-se pelas mais nobres grandezas.
Homens- répteis cobrem-se pelas mais baixas vilezas.
Homens- pássaros possuem o peito aberto e enfrentam com ousadia qualquer embate de ventos tempestuosos. Não se intimidam, visionam grandes horizontes, pois seu foco é a justeza de um mundo que não seja opressor nem tampouco lesivo aos planos de liberdade.
Os homens- répteis têm escamas lisas e escorregadias, pois fogem da luta como cães amedrontados. Sua cerviz inclina-se para a servidão como um boi subjugado pelos aguilhões do medo. Não conseguem olhar para cima, visto que o espírito da subserviência não lhes permite ter coragem para avançar. O olhar dos homens-répteis é rasteiro, ladino, pernicioso, cínico e de uma torpeza venenosa. Não se envolvem pelas causas comuns. Preferem as covas ardilosas do egoísmo, pois se subordinam à tirania dos chefes. São como cães adestrados que só meneiam a cabeça para obedecer aos seus donos. Os homens- répteis rastejam no privatismo do seu mundo e na alienação de sua egocêntrica caverna dos seus interesses pessoais.Pudera! A sua visão é centrada no seu próprio escárnio.
Os homens-pássaros, inenarravelmente, alçam voos na supremacia dos seus ideais, na projeção dos seus sonhos, na leveza do seu caráter, na grandeza de serem livres. Na sensatez de um mundo mais justo e mais fraterno, que ampara mais e exclui menos. Que busca unificar e nunca dividir. As asas desses homens são braços estendidos pelo bem comum e pela hombridade de visionar a justiça por intermédio da coletividade.
Por fim, a pergunta fica comigo, mas a resposta é unicamente sua.
Quem você é? Homem- pássaro ou homem- réptil?
Os apaniguados do chefe
A complacência com o regime dos exploradores é o vilipêndio lancinante que sangra os nossos mais profundos sonhos de justiça e lesiona a grandeza dos nossos mais altos ideais.
É gritante e premente a nossa massiva mudança, caso contrário, é melhor nos encapsularmos num estado larval e chorar. Se não transformarmos o meio onde estamos inseridos, estaremos fadados a uma visão de mundo pífia e seremos fatalmente consumidos pela ideologia dos opressores, pois para que a dominação dos maus prevaleça e siga seu curso tranquilamente é necessário apenas que as pessoas aceitem passivamente as condições humilhantes de exploração e opressão a que são submetidas.
Até quando se perpetuará nessa sociedade homens que vivem em função do lucro em detrimento da exploração do próprio homem? Até quando o negrume do capital cerceará o cintilar do bem comum?
Pelo visto, perpetuar-se-á sempre que os apaniguados do chefe estiverem submersos nos seus presépios de pedra. Sofrem a dor da alienação, porém, em silêncio, atrofiam a vontade de se tornarem livres, pois para esses, a vileza da subserviência é um manto aconchegante nas noites gélidas de inverno.
Além disso, o imperialismo incestuoso dos maus aplaca suas propagandas em letras garrafais, de modo a naturalizar a realidade social.Ou seja,as ideologias dominantes conduzem os apaniguados do chefe a acreditar que “o homem é naturalmente egoísta”; que “sempre haverá ricos e pobres”; que “as mulheres foram feitas para o trabalho doméstico”; que “uma pessoa vai sempre querer a perna na outra”; enfim, que a desigualdade, a exploração, a opressão e o preconceito são tão naturais quanto a chuva, o orvalho da noite, o farfalhar dos ventos ou o movimento das marés.
É preciso ter sanha para desnaturalizar a dominação ideológica e ousada força de caráter para fazer o desnudamento das propagandas exaustivamente opressoras e amplamente disseminadas em nossa sociedade, as quais, sem sombra de erro, são disfarçadas, alcoviteiras, alucinantes, sutis, subliminares, que visam, sobretudo, promover entorpecimento e dormência nos apaniguados do chefe.
Portanto, a Torre de Babel precisa ser a nossa essência. Carecemos falar a mesma língua. Necessitamos carpir as ervas daninhas que nos causam o isolacionismo. A solidão golpeia o coração humano e deve ser repelida e severamente ignorada. Busquemos os nossos pares. Saudemo-nos mutuamente com imenso respeito e digna solidariedade. Solidifiquemos a Torre com o cimento da verdade para que ergamos uma obra alicerçada em homens livres, com mãos limpas e corações puros. Pessoas sem hipocrisia e sem mediocridade. Afinadas na ética e na empatia, pois estes vigamentos devem ser a razão de nossa existência, o fundamento de nossas conquistas e o lastro maior de nossos sonhos.
O Poeta-Noel (Santarém)
(EXTRAÍDO DO SITE DO SINTEPP ESTADUAL)
sexta-feira, 3 de junho de 2011
HIDRELÉTRICAS: MAIS ENERGIA... PARA QUEM?
Dom Erwin Kräutler reafirma posição contra Belo Monte
“Luto contra Belo Monte há 30 anos”, disse o bispo da prelazia do Xingu, dom Erwin Kräutler, na terceira coletiva de imprensa, realizada na tarde da última sexta-feira, em Aparecida (SP). O bispo reafirmou mais uma vez a sua opinião contrária a construção da Usina Hidrelétrica de Belo Monte, que está sendo erguida no rio Xingu, no estado do Pará. O bispo disse que o atual governo brasileiro não está se preocupando com as causas indígenas.
“Desde o Governo passado a causa indígena não é levada a sério. Pelo que percebo a atual presidência também não está ligando muito, pois ignora insistentemente os nossos apelos e as nossas cartas. Desde 1982, o Conselho Indigenista Missionário (CIMI), do qual sou presidente, é o braço indigenista da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB). Graças a Deus estamos lutando pela causa indígena, e a CNBB nos apóia e endossa a nossa luta, porque é uma instituição que valoriza a vida”, disse dom Erwin citando o apoio da CNBB contra a construção de Belo Monte.
A notícia é do sítio do CIMI, 07-05-2011.
Dom Erwin Kräutler apresentou também um balanço de ameaças das causas indígenas que o CIMI está, segundo o bispo, preocupado. “Há 182 terras indígenas ameaçadas no Brasil por todos os tipos de atrocidades. 108 povos estão em estado crítico. O projeto de Belo Monte prevê a construção de uma barragem principal no rio Xingu, localizada a 40 km abaixo da cidade de Altamira (PA), da qual sou bispo. Se isso acontecer, 1/3 da cidade ficará embaixo d’água caso ‘Belo Monstro’ seja construída. O Governo precisa nos ouvir”, enfatizou.
O bispo ressaltou que não está só nesta “luta”. Para o bispo prelado do Xingu, tanto ele quanto a sociedade civil e organismos internacionais estão sendo sistematicamente ignorados. “A Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH) da Organização dos Estados Americanos (OEA) solicitou oficialmente que o Governo brasileiro suspenda imediatamente o processo de licenciamento e construção do Complexo Hidrelétrico de Belo Monte, citando o potencial prejuízo da construção da obra aos direitos das comunidades tradicionais da bacia do rio Xingu. Tenho a total convicção e estudo de renomados professores e instituições internacionais que Belo Monte dará um prejuízo, não apenas ecológico, humano, social e cultural, como também financeiro”, finalizou dom Erwin Kräutler.
fonte:
http://www.ihu.unisinos.br/index.php?option=com_noticias&Itemid=18&task=detalhe&id=43099
“Luto contra Belo Monte há 30 anos”, disse o bispo da prelazia do Xingu, dom Erwin Kräutler, na terceira coletiva de imprensa, realizada na tarde da última sexta-feira, em Aparecida (SP). O bispo reafirmou mais uma vez a sua opinião contrária a construção da Usina Hidrelétrica de Belo Monte, que está sendo erguida no rio Xingu, no estado do Pará. O bispo disse que o atual governo brasileiro não está se preocupando com as causas indígenas.
“Desde o Governo passado a causa indígena não é levada a sério. Pelo que percebo a atual presidência também não está ligando muito, pois ignora insistentemente os nossos apelos e as nossas cartas. Desde 1982, o Conselho Indigenista Missionário (CIMI), do qual sou presidente, é o braço indigenista da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB). Graças a Deus estamos lutando pela causa indígena, e a CNBB nos apóia e endossa a nossa luta, porque é uma instituição que valoriza a vida”, disse dom Erwin citando o apoio da CNBB contra a construção de Belo Monte.
A notícia é do sítio do CIMI, 07-05-2011.
Dom Erwin Kräutler apresentou também um balanço de ameaças das causas indígenas que o CIMI está, segundo o bispo, preocupado. “Há 182 terras indígenas ameaçadas no Brasil por todos os tipos de atrocidades. 108 povos estão em estado crítico. O projeto de Belo Monte prevê a construção de uma barragem principal no rio Xingu, localizada a 40 km abaixo da cidade de Altamira (PA), da qual sou bispo. Se isso acontecer, 1/3 da cidade ficará embaixo d’água caso ‘Belo Monstro’ seja construída. O Governo precisa nos ouvir”, enfatizou.
O bispo ressaltou que não está só nesta “luta”. Para o bispo prelado do Xingu, tanto ele quanto a sociedade civil e organismos internacionais estão sendo sistematicamente ignorados. “A Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH) da Organização dos Estados Americanos (OEA) solicitou oficialmente que o Governo brasileiro suspenda imediatamente o processo de licenciamento e construção do Complexo Hidrelétrico de Belo Monte, citando o potencial prejuízo da construção da obra aos direitos das comunidades tradicionais da bacia do rio Xingu. Tenho a total convicção e estudo de renomados professores e instituições internacionais que Belo Monte dará um prejuízo, não apenas ecológico, humano, social e cultural, como também financeiro”, finalizou dom Erwin Kräutler.
fonte:
http://www.ihu.unisinos.br/index.php?option=com_noticias&Itemid=18&task=detalhe&id=43099
quarta-feira, 1 de junho de 2011
Para quem gosta da língua portuguesa
Encontra-se na net o seguinte texto relativo à resposta de um internauta para uma pergunta de outro, que indagava:
Pergunta: Alguém sabe me explicar, num português claro e direto, sem figuras de linguagem, o que quer dizer a expressão ‘no frigir dos ovos’?
Resposta: Quando comecei, pensava que escrever sobre comida seria sopa no mel, mamão com açúcar. Só que depois de um certo tempo dá crepe, você percebe que comeu gato por lebre e acaba ficando com uma batata quente nas mãos. Como rapadura é doce mas não é mole, nem sempre você tem ideias e pra descascar esse abacaxi só metendo a mão na massa. E não adianta chorar as pitangas ou, simplesmente, mandar tudo às favas.
Já que é pelo estômago que se conquista o leitor, o negócio é ir comendo o mingau pelas beiradas, cozinhando em banho-maria, porque é de grão em grão que a galinha enche o papo. Contudo, é preciso tomar cuidado para não azedar, passar do ponto ou encher linguiça. Além disso, deve-se ter consciência de que é necessário comer o pão que o diabo amassou para vender o seu peixe. Afinal não se faz uma boa omelete sem antes quebrar os ovos.
Há quem pense que escrever é como tirar doce da boca de criança e vai com muita sede ao pote. Mas como o apressado come cru, essa gente acaba falando muita abobrinha, são escritores de meia tigela, trocam alhos por bugalhos e confundem Carolina de Sá Leitão com caçarolinha de assar leitão. Há também aqueles que são arroz de festa, com a faca e o queijo nas mãos, eles se perdem em devaneios (piram na batatinha, viajam na maionese...etc.). Achando que beleza não põe mesa, pisam no tomate, enfiam o pé na jaca, e no fim quem paga o pato é o leitor que sai com cara de quem comeu e não gostou. O importante é não cuspir no prato em que se come, pois quem lê não é tudo farinha do mesmo saco. Diversificar é a melhor receita para engrossar o caldo e oferecer um texto de se comer com os olhos, literalmente.
Por outro lado, se você tiver os olhos maiores que a barriga o negócio desanda e vira um verdadeiro angu de caroço. Aí, não adianta chorar sobre o leite derramado porque ninguém vai colocar uma azeitona na sua empadinha. O pepino é só seu, e o máximo que você vai ganhar é uma banana, afinal pimenta nos olhos dos outros é refresco.
A carne é fraca, eu sei. Às vezes dá vontade de largar tudo e ir plantar batatas. Mas quem não arrisca não petisca, e depois quando se junta a fome com a vontade de comer as coisas mudam da água pro vinho. Se embananar, de vez em quando, é normal, o importante é não desistir mesmo quando o caldo entornar.
Puxe a brasa pra sua sardinha que no frigir dos ovos a conversa chega na cozinha e fica de se comer rezando. Daí, com água na boca, é só saborear, porque o que não mata engorda
Por Hélio Ohmaye
http://teachervanessaprata.blogspot.com/2011/03/para-quem-gosta-da-lingua-portuguesa.html
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